sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Publituris Portugal Travel Awards 2017 no Bom Sucesso Resort em Óbidos

 Isabel Nogueira - Usei jóias Secrets Portugal by Gil Sousa
 Carina Monteiro - Editora do Jornal Publituris e Isabel Nogueira
 Pedro Machado - Presidente ERT Turismo do Centro
  Emorinda e Desidério Silva - Presidente RTA Turismo do Algarve
Isabel Nogueira e Paulo Sassetti 
 Paula Brissos e Louis Sousa-Azevedo
 Aspecto Geral do Cocktail Dinatoire
 Paula Noronha - Diretora do Jornal Publituris
 Raúl Martins - Altis Belém Hotel e Spa - Melhor Hotel de Cinco Estrelas
 Manuel Proença e Paulo Sassetti - Hoti Hoteis
 José Tomáz Mello Breyner e Mafalda de Bragança
 Ana Mendes Godinho - Secretária de Estado do Turismo
 Celeste Afonso - Vereadora do Turismo da Câmara Municipal de Óbidos
 Paula Noronha e Bruno Nogueira
 João Pinto Coelho - Onyria Palmares - Melhor Campo de Golfe 
 Desidério Silva - Algarve - Melhor Região de Turismo Nacional
 Comendador Mário Pereira Gonçalves - Presidente da AHRESP - Prémio Carreira Belmiro Santos
 Banda 'Deixem o Pimba em Paz'
 Banda 'Deixem o Pimba em Paz'
Photo 'Click and Play' de Nuno Carvalho


Gala do Turismo

O Bom Sucesso Resort em Óbidos, acolheu ontem à noite, a Gala dos Publituris Portugal Travel Awards 2017. Uma organização conjunta do Jornal Publituris, do Bom Sucesso Resort e da Câmara Municipal de Óbidos.

A iniciativa que consagra os melhores do Turismo em Portugal, em noite gala anual, galardoou vinte dos nomeados aos prémios Publituris Portugal Travel Awards.

Marcaram presença, a Secretária de Estado dos Turismo, Ana Mendes Godinho; o Presidente ERT Turismo do Centro, Pedro Machado; o Presidente da RTA Turismo do Algarve, Desidério Silva; entre outras personalidades ligadas ao sector.

Após a recepção dos convidados e depois de um cocktail dinatoire, seguiu-se a cerimónia de entrega dos prémios, apresentada por Bruno Nogueira, que integrou juntamente com Manuela Azevedo, Filipe Melo e Nuno Rafael, a banda 'Deixem o Pimba em Paz' que animou a festa.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Egoísta - Junho 2017 - Televisão



Televisão
sem preconceito

Era uma vez uma invenção fadada a mudar o mundo...
Chamaram-lhe "caixa mágica", mas Televisão foi o seu nome de baptismo.
Nasceu de filiação incerta: ainda hoje se discute o mérito da sua paternidade.
Philo Farnsworyh registou a primeira patente, logo perdida em 1930 para Vladimir Zworykin, em parceria com a RCA.
Certo é que em 1946 surgiria o primeiro televisor RCA produzido em série.
E, nas suas reduzidas dimensões, aquela caixinha parecia conter o tamanho do mundo. Eis que, por artes de magia, o áudio da rádio, o visual da imprensa, o audiovisual do cinema se superaram e sublimaram em genial arquétipo ao alcance de um botão...
A sua estética era o naturalismo; a sua linguagem, a fragmentação temática; o seu timing, a instantaneidade da informação; a sua veste, o espectáculo da representação.
Virtudes reais, pecados virtuais...
Pois que maior virtude seria imaginável do que essa, a de a Televisão ser o veículo de cultura verdadeiramente democrático, uma cultura disponível para todos e maioritariamente governada pelo que as pessoas queriam?
E que pecado poderia ser mais danoso do que esse, o de a Televisão ser governada pelo gosto do que as pessoas realmente querem?
Talvez por isso, pela sua matriz democrática, por reflectir e ser comandada pelos gostos da maioria, eis que a Televisão, mais que um quarto Poder, passou a ser um Estado dentro do Estado.
Ambos endividados.
Ambos vulneráveis nos ditames das leis do mercado: o Estado-Institucional, porque se habituou a gastar mais do que o que os privados conseguem produzir; o Estado-Televisão, porque com o advento dos canais por cabo/internet, passou a produzir mais do que o que os telespectadores conseguem consumir.
E se, para o Estado, a solução óbvia tem sido a de "arrepiar caminho" contendo gastos e produzindo mais, já para a Televisão só restou a opção de "remendar caminho", subjugando-se aos gostos da maioria, em ferrenha disputa por shares de audiência.
Cumpra-se, pois, o gosto do telespectador dominante: inventem-se reality shows, multipliquem-se as novelas, privilegie-se a economicidade de intermináveis reportagens em directo, antecipem-se notícias em segredo de justiça e julgamentos sumários em praça pública, repita-se ad nauseam cenas canalhas onde o sangue espirra e o sensacionalismo impera, prolonguem-se telejornais que repitam à exaustão o que já foi transmitido, inventem-se mais debates entre comentadores de futebol, propague-se a visão das máculas do terrorismo, pois o Daesh até agradece...
É mais barato, combate-se a concorrência das redes sociais, ganha-se nas chamadas de valor acrescentado e angaria-se mais publicidade, pois as tabelas variam em função das audiências e os anunciantes não andam distraídos...
Será isso a Televisão? Será isto a hipnose colectiva que nos amarra a um ecrã em vã ilusão da realidade, a dormência que nos anula a ruptura entre a percepção da transmissão directa, a construção ficcional e a interpretação do telespectador? Será isto, enfim, a Matrix que nos imprime no espírito modelos padronizados de pensar e agir?
Se fosse isto - e apenas isto - dir-se-ia que as pessoas ligam a Televisão para desligar o cérebro. Com o inexorável veredicto de que a Televisão desvirtuou o seu desígnio: não nasceu para esvaziar as pessoas, mas pode ser, afinal, uma emanação do seu vazio!
Mas, felizmente, a Televisão não é apenas isto: a sua raiz democrática também contempla os direitos de uma oposição pensante, embora minoritária, mas que luta contra a vacuidade de ideias, a esterilização da mente, o sensacionalismo.
E nela surgem hiatos em que a aridez dominante se interrompe em oásis de pensamento.
Raramente, nos canais generalistas; frequentemente, nos canais por cabo/internet.
Pelo que conheço de tantos profissionais de Televisão que respeito, de quem sou amigo e sinceramente admiro, consigo pressentir o seu alívio intelectual de fruírem essa fugaz liberdade na evasão ao espartilho dos shares, propiciando-nos programas imperdíveis.
São múltiplos esses conteúdos: excelentes debates e comentadores políticos - a sério ou em modo de humor -, elucidativas entrevistas de teor económico-financeiro, rubricas de cariz cultural, notáveis conteúdos de actualidade sociopolítica, importados de canais com a qualidade da CNN, a CBS, a BBC...
São colírio para os neurónios, sementes para o conhecimento.
E, graças ao zapping, a Televisão acabou por ser a minha cúmplice noctívaga, com quem, madrugada adentro, partilho sentimentos e emoções.
Ele ocupa-me, é certo, algum tempo que gostaria de dedicar à leitura. Mas não o usurpa, antes o complementa na temporalidade da sua informação, no que me estimula à intemporal reflexão dos autores que leio e admiro.
Como se todo fosse mais que a soma das partes...
Como se o pensamento lograsse o privilégio de viver na dualidade, de harmonizar ideias desconformes, de sublimá-las na sabedoria da conciliação.
Pois é nessa conciliação de valores que se descobre, afinal, um sentido para a missão de viver. E se preservam, nos media, complementaridades que nos suprem lacunas e auspiciam a sua sobrevivência.
Dispensaria, seguramente, atoardas caluniosas disseminadas nas redes sociais, a coberto do anonimato ou enganosos pseudónimos.
Mas não se resignaria a viver uma era em que não sentisse esse peculiar odor de tinta gráfica; em que não escutasse as ondas hertzianas que diariamente me acompanham na ida para o trabalho, no regresso a casa; em que não buscasse, ansioso, o meu programa preferido no ecrã da Televisão.
E esta, de tão omnipresente, já nem reside apenas na tal "caixinha mágica": entra-nos em directo no smartphone, no iPad, no computador, preenche as nossas vidas, dá-nos a desgraça ao momento, a felicidade em slow motion.
Pois que, na Televisão, o "assim-assim" não existe: só existe o bom e o mau!
A nós compete escolher.
E, nessa escolha, cada um tem a Televisão que merece!
Ainda que a opção seja desligá-la...

Editorial de Mário Assis Ferreira

Esta é primeira edição bilingue.
A revista “Egoísta” está à venda no Clube IN do Casino Estoril e do Casino Lisboa. A “Egoísta” tem, ainda, uma campanha de assinaturas e está disponível em www.egoista.pt

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Taça Davis 2017 - Alemanha vence Portugal em Ténis no Jamor

 Isabel Nogueira
 Selecção de Ténis de Portugal
 Selecção de Ténis da Alemanhã
 João Domingues e Nuno Marques
 Nuno Marques e Isabel Nogueira
 João Sousa e Struff
 João Sousa e Struff
Carlos Fonseca Ferreira e Isabel Nogueira
Sandra e Vasco Costa
 Sofia Marques
 Isabel Nogueira e João Paulo Almeida Santos

 Carlos Fonseca Ferreira, Ana Câmara Pereira, Rita Coimbra, João Caldeira e Sofia Marques
 Carlos Fonseca Ferreira e Isabel Nogueira - Pulseiras Cabo d' Mar
 Sofia Marques, Carlos Fonseca Ferreira e Isabel Nogueira
Sábado
 Isabel Nogueira
 Selecção Portuguesa de Ténis
 Isabel Nogueira
 Humberto Leal, Maria José Galvão de Sousa, Isabel Nogueira, Sofia Marques e Iolanda Lobo
 Sofia Marques e João Caldeira
 João Sousa e Gastão Elias x Hanfmann e Puetz
  João Sousa e Gastão Elias x Hanfmann e Puetz
Isabel Nogueira e Maria José Galvão de Sousa - ao almoço

Gloria aos vencedores e honra aos vencidos.

Clube de Ténis do Jamor acolhe play-off de acesso à Taça Davis 2017

A Selecção de Ténis da Alemanha, conquistou ontem à tarde, o acesso ao Grupo Mundial da Taça Davis, ao vencer a Selecção de Ténis de Portugal,  no play-off, que decorreu no Court Central do Centro de Ténis do Jamor em Oeiras, nos dias 15,16 e 17 de Setembro 2017.

'Trocava a minha vitória pela da equipa' foram as palavras que retive de João Domingos na conferência de imprensa; depois de falhar a minha presença, na conferência de imprensa de João Sousa.

'É um pouco frustrante. Demos tudo por tudo. Demos o máximo, mas não conseguimos o apuramento. Voltaremos a tentar.'
Nuno Marques,  Capitão da equipa portuguesa.

Integraram a Selecção de Portugal João Sousa; Pedro Sousa; Gastão Elias e João Domingues e na Selecção da Alemanha Jan-Lennard Struff; Cedrik-Marcel Stebe; Yannick Hanfmann e Tim Puetz.

No domingo, o jogo que deu a vitória à selecção da Alemanha, opôs João Sousa a Struff e João Domingues derrotou o alemão Hanfmann.

A selecção portuguesa foi orientada por Nuno Marques e a selecção alemã por Michael Kohlmann.


sábado, 16 de setembro de 2017

Palácio Nacional da Ajuda - Inauguração da Exposição Campos de Vida de SONIA FALCONE

 Isabel Nogueira
 Luís Filipe Castro Mendes, Ministro da Cultura e Sonia Falcone, Artista Plástica Boliviana
 José Góis Chilão, Isabel Nogueira e Princípe Charles-Philippe d'Orléans
 José Alberto Ribeir, Diretor do Palácio Nacional da Ajuda, Duques d'Anjou e Bruno Castro
 Princesa Beatrice d'Orléans, Isabel Palmela, Claudine e Diana de Cadaval
 Diana e Claudine de Cadaval 
Luz Talone, Diana Cadaval e Isabel Nogueira
 Francisco Corrêa de Barros
 Paulina e António Figueiredo
  Gilda Abreu Paredes Alves
 Embaixador José Bouza Serrano, Paula Bouhon e Bruno Castro 
 João Filipe de Almeida e Pedro Allué
Paulo A. Costa, Elsa Matias, Fernando Hipólito e João Rito 
 Miguel Laranjeiro, Frederico, José e Francisco Chilão
  Manuel Anok, Luz Talone, Katy Anok, Álvaro de Mora e Aragon e João Filipe de Almeida
Animação
Exposição Campos de Vida de Sonia Falcone






Isabel Nogueira

Campos de Vida de Sonia Falcone no Palácio da Ajuda

Numa organização CROWN, decorreu ontem à tarde, no Palácio Nacional da Ajuda, o cocktail de Inauguração da Exposição, Campos de Vida da artista boliviana, SONIA FALCONE, comissariada pelo Colectivo Curatorial Aluna. Contou com a presença do Ministro da Cultura Luís Filipe Castro Mendes.

«De uma forma que vai para além do alcance desta obra, que utiliza as cores e os aromas das especiarias das cozinhas do mundo, o seu projeto de intervenção no Palácio, Campos de vida, constitui um diálogo mediado pela arte entre as paisagens de Lisboa que rodeiam o Palácio e o esplendor da natureza da América do Sul. Integra igualmente a narrativa história dos objetos do palácio, a presença das peças de arte que, por seu lado, evocam várias vezes este continente.»

A exposição está patente até 16 de Setembro